- Mesmo os casos que não competem ao HFM são atendidos no hospital, uma vez que o governo federal por não atuar nestes casos, acaba transferindo a responsabilidade para a Prefeitura – disse o presidente da Fundação Municipal de Saúde, José Manuel Moreira.
Segundo ele, boa parte dos acidentados fica com sequelas permanentes, mas muitos acabam conseguindo se recuperar e retornar às suas atividades após três, quatro meses de tratamento. As estatísticas mostram que em torno de 40% dos casos envolvem pacientes entre 18 e 40 anos e os traumas matam mais do que doenças, como Aids e dengue.
Com investimentos na ordem de R$ 4,5 milhões, só em 2014, o HFM, que é referência regional para atendimento de emergências traumáticas. O novo Centro Cirúrgico do HFM, com obras e equipamentos orçados em R$ 2,5 milhões, entregue em julho do ano passado, reúne os maiores investimentos do ano. Ele é dotado de três salas, com ambientes independentes, onde ocorrem cirurgias diversas.
O novo Centro Cirúrgico conta com focos cirúrgicos de led, bisturis eletrônicos, mesas cirúrgicas, carros de anestesia e arco cirúrgico, todos de última geração. Clique Aqui e Leia Mais Notícias. Momento Verdadeiro no Facebook e no Twitter. (Fonte: Secom/PMCG).
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